OS HEBREUS PARTE III

Nabucodonosor vai com exército a Palestina, mas nisso Joaquim morre, seu filho também chamado Joaquim com 18 anos assume o poder (IV Reis 24. 8 a 15).

Joaquim é preso, seu tio Matania assume o poder mudando seu nome para Sedecias que também se rebela contra o rei de Babilônia (IVReis 24. 28).

Em 588 a.c. no decimo mês, Nabucodonosor chega a Babilônia com um poderoso exército (IV Reis 25.1).

Atacou e destruiu Laques e Jerusalém e a terra de Judá se tornou província da Babilônia. Com isso termina a história dos filhos de Israel e começa a dos judeus.

Os judeus foram deportados para a Babilônia, mas a sua vida não foi tão ruim como no Egito.

Sete anos depois da morte de Nabucodonosor, sobe ao trono Nabonid e em seguida 539 a.c. Ciro, rei dos Persas, conquista a Babilônia e o reino da Mesopotâmia.

Os judeus tem permissão para regressar a Jerusalém e os vasos de ouro e prata do templo de Jerusalém sejam-lhes restituídos. (Esdras 6.5).

Ciro morre em 530 a. c. e foi inumado em seu palácio em Passargada. Seu palácio era constituído de pavilhões isolados, cada um no meio de um maravilhoso jardim e todo cercado por um alto muro.

Em 490 a.c. os gregos começaram a desmoronar o império Persa do rei Dário I. Mais adiante Alexandre Magno, 332 a 331 a.c. (I Macabeus 1.1).

Os judeus aí governados pelos persas ficam a mercê dos macedônios.

Mas o sonho maior de Alexandre era o Egito. Ao conquista-lo fundou Alexandria na ponta mais saliente do delta no Nilo.

Alexandre, aos 33 anos de idade contraiu uma febre e morreu no dia 13 de junho de 323 a.c. na Babilônia.

O reino macedônio é dividido em três. O primeiro reino ao norte da Grécia, o segundo dos saleucidas que ia da Trácia a Ásia Menor e da Síria até a fronteira da Índia.

Com o capital deste segundo reino, o maior, foi fundada a cidade de Antióquia no baixo Orontes pelo seu rei Antioco.

O terceiro reino era dos Ptolomeus, no Nilo, com Alexandria como capital. Foi governado por uma dinastia, cuja representante foi Cleópatra, que ficou famosa por dominar homens como Cesar e Marco Antônio. O primeiro soberano desta dinastia foi Ptolomeu I. Ptolomeu entrou em Jerusalém em 320 a.c. sendo ainda general.

A incorporação do estado sacerdotal de Judá ao reino dos Ptolomeus Helenísticos significou o comprimento de uma passagem bíblica do livro do Gênese 9.27, que deveriam se originar três linguagens. De Sem os semitas; de Cam, os camitas, que vivem na África; e os descendentes de Jafei seriam os arianos chititas ou gregos.

Com isso muitos judeus espalhados pelos quatro cantos do mundo principalmente em Alexandria, onde dominava a cultura helênica, já não sabiam falar sua língua, o hebraico, mas sim o grego. Por isso foi traduzido o Tora, a antiga bíblia para o grego, por volta de 250 a.c.

Ptolomeu II foi quem mandou vir de Jerusalém as escrituras e escribas para a grande tradução.

Os setenta e dois sábios e escribas enviados pelo sumo sacerdote ficaram instalados na Ilha de Faros, em frente de Alexandria ao pé de uma das sete maravilhas do mundo, o farol de 180 metros de altura, que Ptolomeu havia mandado construir para guiar as navegações desde grandes distâncias. Judá ficou sob o império dos Ptolomeus 100 anos, quando os selêucidas de Antióquia se expandiram para o sul após uma batalha em que Antioco III derrotou Ptolomeu V nas nascentes do Jordão. Em 195 a.c. Antioco III o grande, toma posse da Palestina e Judá muda de dono mais uma vez.

O rei Antioco IV 175 a 163 a.c. foi um dos maiores saqueadores de templos, proibindo a adoração a Jehovah, os holocaustos, as celebrações do sábado e a circuncisão, sob pena de morte.

Mas o povo escarnecido ofereceu resistência e um velho sacerdote de nome Matatias com seus cinco filhos começaram a guerra dos Macabeus.

Após a morte do velho, seu filho Judas Macabeu lhe deu continuidade (I Macabeus 2.1 e 25) e libertou Betoron, Emaus e Betsura em 164 a.c., libertou Jerusalém e restabeleceu a ordem (I Macabeus 4.34).  Antioco IV reforça seu exército com elefantes e vence os Macabeus, mas concede aos judeus a liberdade religiosa (Macabeus 30.58).

Morre Judas, de novo Jerusalém nas mãos dos seleucidas. Os irmãos de Judas, Jonatas e Simão começaram as lutas para conseguirem a liberdade política.

Em 162 a.c. os judeus começaram a se libertar dos seleucidas, mas Roma depois de derrotar Aníbal de Catargo na batalha de Zama em 202 a.c. começou a estender seu reino pelo mediterrâneo da Grécia a Ásia Menor.

Atravessando o reino dos selêucidas, o general romano Pompeu chega a Palestina após um cerco de três meses, no ano de 63 a.c. Roma domina Jerusalém, e Juda se torna província romana.

Entre os anos 60 e 70 de nossa era. Roma destruiu Jerusalém de uma forma medonha.

Os romanos cercaram a cidade com circunvalações e impediram a entrada e saída das pessoas e viveres.

Quando a fome começou, as coisas ficaram insuportáveis, uma mulher de nome Maria foi assaltada por saqueadores zelotes que sentiram o cheiro de carne assada. Quando pegaram a carne, perceberam que era um recém-nascido, já meio destroçado, seu filho. Maria pertencia a rica família de Bet-Ezob da Jordânia Oriental e havia ido a Jerusalém para a festa da páscoa.

O general Tito que se tornou imperador após a queda de Jerusalém em 79 e era comandante dessa guerra, tentou por várias vezes persuadir os judeus a se entregarem, mas foi em vão.

Eram crucificados 500 judeus por dia e os que não morriam pelos ataques morriam de fome.

Tácito diz que durante o sítio haviam 600.000 pessoas na cidade que estavam em festa. O historiador Flavio Josefo que foi um dos comandantes do exército judeu, afirma que foram feitos prisioneiros 97.000 e vendidos em Roma como escravos e que só por uma das pontas da cidade, foram retirados durante três meses 115.800 cadáveres de judeus.

Assim os judeus perderam sua terra e se espalharam pelos quatro cantos do mundo.

Os ocultistas dizem que os judeus pertenciam a uma onda evolutiva anterior a criação da terra e que embora destinados a passar para uma fase evolutiva mais adiantada, atrasaram-se por causa de certos vícios, inclusive o do separatismo e foram obrigados a perder seus lugares e retroceder para nossas fileiras.

 

Trabalho extraído do livro E A BÍBLIA TINHA RAZÃO de Werner keller.

 

 

Fabio A. S. Prado

ocultista

 

 

 

 

 

Anúncios

Publicado por

Blog Do Fábio Prado

Este blog visa criticar a situação caótica da vida social, politica e religiosa deste pais. Tudo que escrevo e talvez se Deus me permitir escreverei faz parte daquela verdade que acredito e há muitos anos venho estudando, pode não ser a sua verdade ou a verdade verdadeira, mas venho notando que no mundo há duas facções de pessoas, as que acreditam na reencarnação e as que não acreditam. É para aquelas que acreditam que vou tentar passar um pouco dos conhecimentos que adquiri ao longo desta existência. Peço a Deus que ilumine meus pensamentos e guie meus passos nessa trajetória de tentar me tornar um arauto do Senhor. Que a paz e o amor de Jesus esteja conosco agora e sempre. Não reparem a minha escrita pois só tenho o curso primário. Fabio A. S. Prado Ocultista

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s