O LOBO

Minha vida fora penosa, transtornada e infeliz, conduzindo à destruição e ao niilismo, fora amargurada pelo sal de todo destino humano, mas havia sido rica, orgulhosa e senhorial; uma vida soberba até mesmo na miséria. E ainda que o resto do caminho até o ocaso fosse inteiramente desfigurado, o cerne desta vida fora nobre, tinha feição e estirpe, não girava em torno das moedas, mas em torno das estrelas.

 

Do livro O LOBO DA ESTEPE de Hermann Hesse

 

Fabio A. S. Prado

ocultista

18 MEDIDAS CONTRA A CORRUPÇÃO

1º) Todo candidato deverá passar por um exame de idoneidade moral feito por psicólogos, grafólogos e fisiognomos.

2º) O candidato terá que ter curso superior ou provar que é autodidata.

3º) Passar por um teste vocacional que prove sua competência para tal.

4º) Reduzir os ministérios para 12.

5º) Todos os ministros do supremo deverão ser concursados.

6º) Mudar o sistema para Parlamentarismo.

7º) Criar uma lei onde a população através das Associações de Bairros possa convocar novas eleições, plebiscitos ou a retirada de políticos e administradores públicos incompetentes ou corruptos.

8º) Extinguir salários de político, pagando-lhes somente uma verba de despesas de R$ 3.000,00 para congressistas e R$ 2.000,00 para deputados estaduais. Conceder direitos de transporte gratuito aos congressistas em aviões de carreira, ônibus e bondes e transporte urbano e estaduais à deputados estaduais e presidentes de associações de bairro.

9º) Extinguir o cargo de vereadores, ficando em seus lugares os presidentes das associações de bairro que teriam uma verba mensal de meio salário mínimo pagas pelas prefeituras para suas despesas de transportes.

10]) Privatizar todas as prefeituras, transformando-as em empreiteiras. Estabelecer normas para a cobrança dos impostos. Deixar aos seus encargos os custos das associações de bairro que funcionariam como suas sub prefeituras.

11º) O cidadão para se tornar eleitor deverá passar por um exame de conhecimentos relativos ao assunto realizado por um juízo eleitoral.

12º) Acabar com pesquisas eleitorais que estimulam o eleitor a se inclinar para o lado ascendente.

13º) A doação de verbas de empresas ou pessoas físicas a candidatos e partidos deverá se tornar crime com penas severas para ambos, doadores e recebedores.

14º) Acabar com todos os partidos políticos, permitindo a criação de somente dois partidos.

15º) Acabar com o fórum privilegiado e imunidade parlamentar.

16]) Acabar com a propaganda política em todas as áreas da mídia. O candidato só poderá informar sua candidatura pela internet.

17º) Proibir a propaganda de governos federais, estaduais e municipais, em todas as áreas da mídia.

18º) Criar um conselho jurídico com anciões aposentado com mais de 65 anos de idade nas associações de bairro para julgar possíveis irregularidades nas diretorias destas empreiteiras. Este conselho não seria remunerado. As associações embora fossem mantidas pelas prefeituras, seriam autônomas em seus poderes.

 

 

Fabio A. S. Prado

ocultista

O BEM E O MAL EM NÚMEROS

O número 3 representa o bem, a santíssima trindade simbolizada pelo triangulo, o espirito, a verdadeira vida.

O 4 é o mal, o quadrado, a matéria, a 3º dimensão e seu maior representante é o 13 na terra com as 13 famílias mais ricas do mundo, os 13 maiores materialistas.

O 13 é = 1+3=4.

A fé é triangular, é a atividade que liga o homem a Deus.

A palavra fé vem do latim fides que quer dizer fidelidade, ser fiel a Deus, ser perfeito do latim per factus= perto do Fato, Fato=Deus, por isso Jesus pode dizer: Eu e o Pai somos Um.

A fé é o bem, a religião é o mal com seus vendedores que oferecem um lugar ao Céu, enganando uma humanidade ignorante e desavisada.

A Luz vencerá as trevas.

A fé vencerá as religiões quando as 5 virgens sábias encontrarem o Esposo, quando os mansos herdarem a terra ou quando o ser encontrar o Cristo dentro de si.

Você tem o Cristo dentro de si, só precisa encontrá-Lo.

Primeiro você tem que perder o medo que é o oposto do amor, depois cultivar o amor em seu coração, pois aquilo que você sente pensando que é amor, é puro egoísmo.

O egoísmo é a semente do amor que um dia irá germinar e brotar em vossos corações.

A maior prova do egoísmo na sociedade é a família, um grupo que atrai tudo para si sem dividir seus bens com os outros não consanguíneos.

Por isso jesus retrucou dizendo: Quem é minha mãe, quem são meus irmãos.

Quando você morrer vai se conscientizar de que família é toda humanidade e não esse pequeno grupo onde você foi colocado compulsoriamente para resgatar dívidas de vidas passadas que você contraiu com essa mesma gente. Vai se conscientizar que a verdadeira vida é lá nesse outro plano e não aqui na matéria que não passa de um aprendizado compulsório e necessário para a ascensão e libertação.

 

 

Fabio A. S. Prado

ocultista

 

 

O RATINHO

Esta ideia de abnegação absoluta está ilustrada no seguinte conto: — Depois da batalha de Kurukshetra, os cinco irmãos pândavas celebraram um imponente sacrifício, dando ao mesmo tempo esmolas aos pobres. Todos estavam assombrados ante a magnificência do sacrifício e diziam que nunca se vira outro igual no mundo. Mas depois da cerimônia chegou ali um pequeno rato, cuja metade do corpo era doirada e a outra metade parda. Principiou então a esponjar-se no assoalho da sala do sacrifício, e depois disse: ¨Isso não é sacrifício¨. ¨Como?¨ disseram, dizes que isso não é sacrifício? Ignoras quanto dinheiro e joias foram distribuídos aos pobres e quanto cada um deles se tornou rico e felizes? Este foi o sacrifício maior que um homem já realizou.

Porém o ratinho retrucou: Certa vez, numa pequena aldeia residia um pobre brâmine com sua esposa, seu filho e sua nora. Eram muito pobres e viviam das pequenas dádivas que lhes eram oferecidas por pregarem e ensinarem. Aquela cidade passou por um período de fome durante três anos e o pobre brâmine sofreu muito mais do que outrora. Finalmente, Quando a família que há dias já não se alimentava, o pai trouxe uma maçã e um pouco de farinha de cevada que tivera a sorte de conseguir, dividiu tudo em quatro partes iguais e deu uma a cada familiar. Preparavam-se para come-la, porém nesse momento bateram à porta. O pai a abriu e apareceu um hóspede. ( É bom saber que na Índia um hóspede é pessoa sagrada, é considerado como um Deus enquanto dura a hospedagem, e deve ser tratado com devoção). Então o pobre bramine lhe disse:  ¨Entrai, senhor; bem vindo sejais¨. Pôs diante do hóspede seu alimento, que ele comeu rapidamente, dizendo: Oh! Senhor, faz dias que não como, e este alimento veio aumentar a minha fome.¨ Então a esposa disse a seu marido:  Dai-lhe a minha parte, ao que ele disse: Não. Porem ela insistiu, dizendo: Está aqui um esfomeado e nosso dever como chefes de família é dar-lhe de comer. Como esposa cumpro o meu dever dando a minha parte, visto que não tem nada mais para lhe oferecer. E deu-lha. Mas, depois de come-la, o hóspede ainda estava com fome. Em vista disso, o filho disse: Tomai também a minha parte. O dever de um filho é ajudar os pais a cumprirem suas obrigações. O hóspede comeu, mas não se mostrou satisfeito, e por isso a esposa do filho lhe deu a sua ração. O hóspede saiu bendizendo-os. Naquela noite, os quatro morreram de fome.

Alguns grãos daquela farinha caíram no chão, e ao esponjar-me nela, a metade do meu corpo ficou doirado, como vedes. Desde então venho correndo o mundo inteiro, procurando outro sacrifício como aquele, porém em nenhuma parte o encontro, o que não me permitiu doirar a outra parte do meu corpo. Portanto, afirmo que isso não é sacrifício.

 

 

Do Livro: Karma Yoga de Swami Vivekananda

 

 

Fabio A. S. Prado

ocultista

OS HEBREUS PARTE III

Nabucodonosor vai com exército a Palestina, mas nisso Joaquim morre, seu filho também chamado Joaquim com 18 anos assume o poder (IV Reis 24. 8 a 15).

Joaquim é preso, seu tio Matania assume o poder mudando seu nome para Sedecias que também se rebela contra o rei de Babilônia (IVReis 24. 28).

Em 588 a.c. no decimo mês, Nabucodonosor chega a Babilônia com um poderoso exército (IV Reis 25.1).

Atacou e destruiu Laques e Jerusalém e a terra de Judá se tornou província da Babilônia. Com isso termina a história dos filhos de Israel e começa a dos judeus.

Os judeus foram deportados para a Babilônia, mas a sua vida não foi tão ruim como no Egito.

Sete anos depois da morte de Nabucodonosor, sobe ao trono Nabonid e em seguida 539 a.c. Ciro, rei dos Persas, conquista a Babilônia e o reino da Mesopotâmia.

Os judeus tem permissão para regressar a Jerusalém e os vasos de ouro e prata do templo de Jerusalém sejam-lhes restituídos. (Esdras 6.5).

Ciro morre em 530 a. c. e foi inumado em seu palácio em Passargada. Seu palácio era constituído de pavilhões isolados, cada um no meio de um maravilhoso jardim e todo cercado por um alto muro.

Em 490 a.c. os gregos começaram a desmoronar o império Persa do rei Dário I. Mais adiante Alexandre Magno, 332 a 331 a.c. (I Macabeus 1.1).

Os judeus aí governados pelos persas ficam a mercê dos macedônios.

Mas o sonho maior de Alexandre era o Egito. Ao conquista-lo fundou Alexandria na ponta mais saliente do delta no Nilo.

Alexandre, aos 33 anos de idade contraiu uma febre e morreu no dia 13 de junho de 323 a.c. na Babilônia.

O reino macedônio é dividido em três. O primeiro reino ao norte da Grécia, o segundo dos saleucidas que ia da Trácia a Ásia Menor e da Síria até a fronteira da Índia.

Com o capital deste segundo reino, o maior, foi fundada a cidade de Antióquia no baixo Orontes pelo seu rei Antioco.

O terceiro reino era dos Ptolomeus, no Nilo, com Alexandria como capital. Foi governado por uma dinastia, cuja representante foi Cleópatra, que ficou famosa por dominar homens como Cesar e Marco Antônio. O primeiro soberano desta dinastia foi Ptolomeu I. Ptolomeu entrou em Jerusalém em 320 a.c. sendo ainda general.

A incorporação do estado sacerdotal de Judá ao reino dos Ptolomeus Helenísticos significou o comprimento de uma passagem bíblica do livro do Gênese 9.27, que deveriam se originar três linguagens. De Sem os semitas; de Cam, os camitas, que vivem na África; e os descendentes de Jafei seriam os arianos chititas ou gregos.

Com isso muitos judeus espalhados pelos quatro cantos do mundo principalmente em Alexandria, onde dominava a cultura helênica, já não sabiam falar sua língua, o hebraico, mas sim o grego. Por isso foi traduzido o Tora, a antiga bíblia para o grego, por volta de 250 a.c.

Ptolomeu II foi quem mandou vir de Jerusalém as escrituras e escribas para a grande tradução.

Os setenta e dois sábios e escribas enviados pelo sumo sacerdote ficaram instalados na Ilha de Faros, em frente de Alexandria ao pé de uma das sete maravilhas do mundo, o farol de 180 metros de altura, que Ptolomeu havia mandado construir para guiar as navegações desde grandes distâncias. Judá ficou sob o império dos Ptolomeus 100 anos, quando os selêucidas de Antióquia se expandiram para o sul após uma batalha em que Antioco III derrotou Ptolomeu V nas nascentes do Jordão. Em 195 a.c. Antioco III o grande, toma posse da Palestina e Judá muda de dono mais uma vez.

O rei Antioco IV 175 a 163 a.c. foi um dos maiores saqueadores de templos, proibindo a adoração a Jehovah, os holocaustos, as celebrações do sábado e a circuncisão, sob pena de morte.

Mas o povo escarnecido ofereceu resistência e um velho sacerdote de nome Matatias com seus cinco filhos começaram a guerra dos Macabeus.

Após a morte do velho, seu filho Judas Macabeu lhe deu continuidade (I Macabeus 2.1 e 25) e libertou Betoron, Emaus e Betsura em 164 a.c., libertou Jerusalém e restabeleceu a ordem (I Macabeus 4.34).  Antioco IV reforça seu exército com elefantes e vence os Macabeus, mas concede aos judeus a liberdade religiosa (Macabeus 30.58).

Morre Judas, de novo Jerusalém nas mãos dos seleucidas. Os irmãos de Judas, Jonatas e Simão começaram as lutas para conseguirem a liberdade política.

Em 162 a.c. os judeus começaram a se libertar dos seleucidas, mas Roma depois de derrotar Aníbal de Catargo na batalha de Zama em 202 a.c. começou a estender seu reino pelo mediterrâneo da Grécia a Ásia Menor.

Atravessando o reino dos selêucidas, o general romano Pompeu chega a Palestina após um cerco de três meses, no ano de 63 a.c. Roma domina Jerusalém, e Juda se torna província romana.

Entre os anos 60 e 70 de nossa era. Roma destruiu Jerusalém de uma forma medonha.

Os romanos cercaram a cidade com circunvalações e impediram a entrada e saída das pessoas e viveres.

Quando a fome começou, as coisas ficaram insuportáveis, uma mulher de nome Maria foi assaltada por saqueadores zelotes que sentiram o cheiro de carne assada. Quando pegaram a carne, perceberam que era um recém-nascido, já meio destroçado, seu filho. Maria pertencia a rica família de Bet-Ezob da Jordânia Oriental e havia ido a Jerusalém para a festa da páscoa.

O general Tito que se tornou imperador após a queda de Jerusalém em 79 e era comandante dessa guerra, tentou por várias vezes persuadir os judeus a se entregarem, mas foi em vão.

Eram crucificados 500 judeus por dia e os que não morriam pelos ataques morriam de fome.

Tácito diz que durante o sítio haviam 600.000 pessoas na cidade que estavam em festa. O historiador Flavio Josefo que foi um dos comandantes do exército judeu, afirma que foram feitos prisioneiros 97.000 e vendidos em Roma como escravos e que só por uma das pontas da cidade, foram retirados durante três meses 115.800 cadáveres de judeus.

Assim os judeus perderam sua terra e se espalharam pelos quatro cantos do mundo.

Os ocultistas dizem que os judeus pertenciam a uma onda evolutiva anterior a criação da terra e que embora destinados a passar para uma fase evolutiva mais adiantada, atrasaram-se por causa de certos vícios, inclusive o do separatismo e foram obrigados a perder seus lugares e retroceder para nossas fileiras.

 

Trabalho extraído do livro E A BÍBLIA TINHA RAZÃO de Werner keller.

 

 

Fabio A. S. Prado

ocultista

 

 

 

 

 

ABENÇOA

Que as bênçãos do Pai amenize os sofrimentos de nossos irmãos de Aleppo e que todos nós em berço esplendido saibamos enviar nossas vibrações de amor e alívio para amenizar a dor e o sofrimento daqueles nossos irmãos em Cristo.

 

Fabio A. S. Prado

ocultista

OS HEBREUS PARTE II

Ramses II (1195 a 1164) bem informado, em 1188 a.c. prepara um grande exército e fortes galeras, indo de encontro ao inimigo e o derrota numa batalha surpreendente.

Treze anos depois os filisteus se estabelecem em Canaã, ocupando as cinco cidades de Ascalão, Azot, Acoron, Get e Gaza.

Com o correr do tempo os filisteus foram dominando Israel até que este elegeram Saul, um benjaminita valente como seu rei que os salvou das mãos dos filisteus, mas por pouco tempo, pois os filisteus se reorganizaram e derrotaram as tropas de Israel e o próprio Saul se matou ao ver seus filhos destruídos.

A vitória dos filisteus foi total, tomaram toda Israel e novamente a escravidão.

Surge Davi que conquista a região sul do mar morto até o golfo de Akaba, região rica em ferro e cobre que lhe foi providencial (I PAR 22-3) Paralipomenos.

Davi reconquista também os aremeanos conhecidos pela Bíblia por Sirios.

Em 1867 o capitão inglês Warren descobriu uma passagem secreta na fonte de Maria em Jerusalém que comprovado posteriormente foi usada por Davi. Essa passagem esclarece uma incógnita da Bíblia (II Reis 5.8.0) tradução de Lutéro. A palavra goteira é palavra hebraica sinnor o que quer dizer cano ou canal.

Davi cria um império com potência política, reunindo a região da palestina e Síria em um grande estado com os escribas e sua hierarquia (II Reis 8.16-17).

Investigadores do nosso século descobriram várias escrituras no palácio de Mari no Eufrates com o termo Davidum que significa comandante, chefe de tropas, daí a suposição de que Davi era um posto que acabou tornando nome.

O rei Davi deu início a um grande império, mas seu filho Salomão foi o grande administrador que soube aumenta-lo e enriquecê-lo.

Davi foi amoroso a Deus e Salomão as mulheres (III Reis 9.4 e segue). Salomão teve 700 esposas e 350 concubinas.

Após a morte de Salomão 926 a.c. seu filho Roboão ficou no trono por pouco tempo, pois a discórdia entre o povo terminou em uma guerra civil e Roboão ficou com o reino de Judá ao sul e Joroboão com o reino de Israel ao norte.

Foi no tempo de Amri de Israel que ambos os reinos, Israel e Judá sofreram os ataques dos Assírios.

Com Joroboão II 787 a 747 a.c. Israel se recupera novamente e chega a ter opulência e fartura, mas também se deprava e desce as hordas do vício e da iniquidade.

Mas a advertência do profeta Amós não é ouvida e seu povo sofre em 745 a.c. o cruel ataque do tirano rei Assírio Teglatfalazar III 745 a 725 a. c.

Israel é reduzido a um pequeno ponto no mapa, as montanhas de Efrain com a Samária a capital.

Judá nada sofre, mas fica submissa a Assíria como tributária deste reino.

Com a morte de Teglatfalazar III o rei Oséias de Israel conspira com o Egito para deixar de pagar o tributo aos Assírios. O sucessor Assírio é Salmanasar V 727 a 722 a. c. , que revida atacando a fortaleza de Samária. Com sua morte, seu sucessor Sargão II 721 a 705 a. c. continua os ataques que no final de três anos prende Oséias e leva os 27.290 israelitas para a Assíria (IV Reis 17. 4,5,6.)

Sargão II mandou vir gente de Babilônia,  de Cuta,  de Ava,  de Emat,  de Serfavain, e pô-los nas cidades da Samária em lugar dos filhos de Israel e eles possuíram a Samária e habitaram nas suas cidades(IV Reis 17.24).

O objetivo era criar a miscigenação e enfraquecer a resistência.

Esse povo heterogêneo ficou odiado pelos judeus. ¨E que os judeus não se dão com os samaritanos¨ (João 4.9).

Assim teoricamente desapareceram os israelitas e ficaram os judeus do reino de Judá.

Mas Ezequias, rei de Judá, 725 a 697 a. c. fez tudo o que pode para se livrar dos Assírios mas Senaquerib, 705 a 681 a.c. sucessor de Sargão II toma Judá e impõe tributos (IV Reis 18.14).

Mas durante uma noite no cerco da cidade, uma peste bubônica ataca o exército de Senaquerib e este se retira para Nínive e Jerusalém se livra mais uma vez. (IV Reis 19.35.36).

Em 614 a.c.. os Medos e os neobabilônicos se reúnem e derrotam os assírios, Assur foi a primeira cidade a cair depois de Nínive. Em 612 a. c. é um verdadeiro alívio para todos os povos daquela região conhecida como fértil crescente que estavam sob o domínio tirânico dos assírios.

Os Medos ficaram com o norte e nordeste e os babilônicos com a Palestina. O rei Nabupolassar da Babilônia morre e seu filho Nabucodonosor assume o trono, 605 a 562 a. c.

Nessa época o faraó Necão que era aliado dos assírios arroga para si a posse da Síria, Palestina, prende e deporta para o Egito Jocaz filho e sucessor de Josias, rei de Judá. Em seguida, Necão põe outro filho de Josias no trono, Eliacim, cujo nome mudou para Joaquim (IV Reis 23.24).

Nabucodonosor empreende campanha contra o faraó Necão perto de Carquemis na passagem do Eufrates na Mesopotâmia para o norte da Síria e o expulsa da Palestina (Jer. 46.2)

Em 597 a. c. Judá se recusa a pagar tributos ao soberano Nabucodonosor (IV Reis 24.1).

Nabucodonosor vai com o exército à Palestina mas…

 

 

Fabio A. S. Prado

ocultista